Uma jovem romana. Dignidade e graça de um movimento interrompido.

Paris: Louvre. Cliché Ken Takase/Ziolo.

Fonte: NIÉRAUDAU, Jean Pierre. Être Enfant à Rome. Paris: Belles Lettres, 1984. p.286-87.


O famoso epitáfio de Cláudia (Roma, séc. II a.C.) resume, de forma magistral, o ideal formativo para a mulher núbil:

"Estrangeiro, pouco tenho para dizer; pára e lê.
Este é o sepulcro não pulcro de uma pulcra mulher. Cláudia foi o nome que lhe puseram seus pais.
Ao marido amou de todo o seu coração.
Filhos, criou dois. Destes, a um,
deixou sobre a terra, o outro sob ela.
Aprazível a sua fala, gracioso era o seu andar.
Cuidou da sua casa, fiou lá. Disse. Podes ir-te.

In: Romana, Bucheler, C.E. 52.