"Trajano criou as instituições alimentares,
destinadas a assegurar a educação de certo numero
de crianças, rapazes e moças, legítimos e
naturais. Eram subsidiadas pelos tributos pagos pelos
beneficiários de um sistema de crédito
imobiliário."
Plínio, o Jovem, Panegírico de Trajano,
26-28.
Sobre o espírito de iniciativas deste tipo,
observa Marrou:
"Agem eles [ os
imperadores], no interior do seu Império, um pouco
como o faziam, com fim propagandístico, os reis de
Pérgamo em Rodes e em Delfos, isto é, não como
soberanos, responsáveis pelo bom funcionamento de um
serviço público, mas, de certo modo, com caráter
privado, na qualidade de 'evérgetas' ou
mecenas."
In: História da Educação na Antiguidade,
trad. de Mário Leônidas Casanova, S.Paulo:
E.P.U.-EDUSP, 1973, p. 464 .